[:: Informativo Abop nº 66 - LOA 2005 :: ]   Data: 30/07/2010

 

 

INFORMATIVO ABOP N° 66

 

ANÁLISE DE ALGUNS DADOS FINANCEIROS AGREGADOS DOS ORÇAMENTOS FISCAL, DA SEGURIDADE SOCIAL E DE INVESTIMENTO DA UNIÃO DE 2005.

 

(TABELAS DE 1 A 10)

 

A Lei n° 11.100, de 25 de janeiro de 2005, aprovou o Orçamento da União de 2005. Os parâmetros usados para a aprovação, segundo informações oficiais, foram:

 

- Crescimento do PIB 4,32%

- Inflação medida pelo IPCA 5,9%

- Valor médio do dólar de R$ 3,04

- Taxa de juros média de 16,64% ao ano

- Superávit primário de 3,15% do PIB, ou R$ 60,8 bilhões[1].

 

I – ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL (tabelas 1 e 2)

 

A RECEITA

 

A Receita total está prevista em R$ 1.606,4 bilhões, correspondente a 83,2% do PIB. Teve um aumento em relação a 2004 de 9,3% nominal e 3,4% real.

As Receitas Correntes previstas em R$ 514,2 bilhões, 26,6% do PIB, apresentam um aumento em relação a 2004 de 16,4% nominal e 10,5% real, bem superior ao crescimento do PIB.

Esse crescimento deriva do comportamento das duas fontes principais: Receita Tributária e Receita de Contribuições que representam juntas 90,7% das receitas correntes e 29% da receita total e apresentam um incremento nominal de 18,6% e 19,6% e real de 12,7% e 13,7%, respectivamente.

As outras fontes significativas, Receita de Serviços e Outras Receitas Correntes, com R$ 33 bilhões, representando 6,4% das receitas correntes e 2,1% das receitas totais, tiveram  redução  nominal  de  10,1%  e  15,2%  e real de 16,0% e 21,0%, respectivamente.

As Receitas de Capital ascendem a R$ 1.092,2 bilhões, representando 56,6% do PIB. Tiveram aumento nominal de 6,3% e real de 0,4%.

As Operações de Crédito aprovadas em R$ 1.036,6 bilhões, 53,7% do PIB, representam 94,9% das receitas de capital e 64,5% das receitas totais. Tiveram um incremento nominal de 5,6% e uma redução real de 0,3%.

A Amortização de Empréstimos, com R$ 27,7 bilhões, representa 2,5% das receitas de capital e 1,7% das receitas totais. Apresenta um aumento nominal de 37,4% e real de 31,5%.

Outras Receitas de Capital, com R$ 23,1 bilhões, representando 2,1% das receitas de capital e 1,4% das receitas totais, apresentam uma redução de 5,4% em termos reais.

 

A DESPESA

 

A Despesa total está prevista em R$ 1.606,4 bilhões, 83,2% do PIB, incluindo a Amortização da Dívida, 51,9% do PIB. Teve um incremento em relação a 2004 de 9,3% em termos nominais e 3,4% em termos reais.

As Despesas Correntes ascendem a R$ 528,1 bilhões, representando 32,9% da despesa total e 27,4% do PIB. Apresentam um incremento nominal de 11,1% e real de 5,2%.

Pessoal e Encargos Sociais, com R$ 98,1 bilhões, representa 18,6% das despesas correntes e 6,1% do total do orçamento. Apresenta um aumento nominal de 16,6% e real de 10,7%.

Juros e Encargos da Dívida, com R$ 110,8 bilhões, representando 21,0% das despesas correntes e 6,9% do total do orçamento, apresentam uma redução real de 11,8% em relação a 2004.

Outras Despesas Correntes, com R$ 319,1 bilhões, representando 60,40% das despesas correntes e 19,9% do total do orçamento, tiveram incremento nominal de 16,6% e real de 10,7%.

O Déficit do Orçamento Corrente alcança R$ 13,8 bilhões e teve uma redução em relação a 2004 de 59,1% em termos nominais e 65,0% em termos reais.

As Despesas de Capital alcançam R$ 1.056,7 bilhões, representando 65,8% do orçamento total e 54,7% do PIB. Tiveram um aumento nominal de 8,8% e real de 2,9%.

Investimentos, com R$ 21,3 bilhões, representando 2,0% das despesas de capital e 1,3% do total do orçamento, tiveram um incremento nominal de 72,7% e real de 66,8%.

Inversões Financeiras, no montante de R$ 33,8 bilhões, representam 3,2% das despesas de capital e 2,1% do orçamento total. Tiveram uma redução real de 4,4%.

Amortização da Dívida, no montante de R$ 1.001,6 bilhões, representa 94,8% das despesas de capital e 62,4% do total do orçamento. Apresenta um aumento nominal de 8,2% e real de 2,3%.

As Reservas, no montante de R$ 21,6 bilhões, representam 1,3% do orçamento total e tiveram uma redução real de 7,5%. A Reserva de Contingência, com R$ 5,3 bilhões, apresenta um incremento nominal de 14,7% e real de 8,8% e as Outras Reservas, no montante de R$ 16,3 bilhões, tiveram uma redução real de 11,9%.

 

II – ORÇAMENTO FISCAL (tabelas 3 e 4)

 

A RECEITA

 

A Receita Total atinge R$ 1.356,9 bilhões, com um aumento nominal de 8,0% e real de 2,1%, abaixo da taxa do crescimento do PIB, de 4,32%.

As Receitas Correntes, no montante de R$ 265,2 bilhões, representam 19,5% do total do orçamento e tiveram um aumento nominal de 15,5% e real de 9,6%, superior à taxa prevista do PIB.

As fontes mais significativas das receitas correntes, a Receita Tributária e de Contribuições, atingem 86,5% das mesmas e tiveram um incremento nominal de 18,6% e 18,8%  e real de 12,7% e 12,9%, respectivamente.

A Receita Patrimonial, com R$ 7,5 bilhões, representando 2,8% das receitas correntes e 0,6% da receita total. Teve um aumento nominal de 16,7% e real de 10,8%.

Receita de Serviços, no montante de R$ 17,8 bilhões, representando 6,7% das receitas correntes, sofreram uma redução nominal de 10,5% e real de 16,4%.

Outras Receitas Correntes, no montante de R$ 9,3 bilhões, representando 3,5% das receitas correntes, tiveram uma redução real de 5,6%, em relação a 2004.

As Receitas de Capital atingem R$ 1.091,7 bilhões, 56,6% do PIB e correspondem a 80,5% do orçamento total. Apresentam um incremento nominal de 6,3% e real de 0,4%.

As Operações de Crédito atingem R$ 1.036,1 bilhões, 53,7% do PIB, representando 94,9% das receitas de capital. Tiveram uma redução real de 0,3% e um aumento nominal de 5,6%.

Amortização de Empréstimos, com R$ 27,7 bilhões, representando 2,5% das receitas de capital, teve um incremento real de 31,5%.

Outras Receitas de Capital, com R$ 23,2 bilhões, tiveram uma redução real de 5,4%.

 

A DESPESA

 

A Despesa Total atinge a importância de R$ 1.356,9 bilhões, 70,3% do PIB, tendo um aumento nominal de 8,0% e real de 2,1%.

As Despesas Correntes, no montante de R$ 277,4 bilhões, 14,4% do PIB, representando 20,4% da despesa total, tiveram um incremento nominal de 8,9% e real de 3,0%.

Pessoal e Encargos Sociais, a menor parcela das despesas correntes, com R$ 49,5 bilhões, 2,6% do PIB, representa 17,9% das despesas correntes e 3,7% da despesa total. Apresenta um aumento nominal de 18,8% e real de 12,9%.

Juros e Encargos da Dívida, com R$ 110,6 bilhões, 5,7% do PIB, representam 39,9% das despesas correntes e 8,2% da despesa total. Tiveram redução real de 11,8%.

Outras Despesas Correntes, com R$ 117,2 bilhões, 6,1% do PIB, representam 42,3% das despesas correntes e 8,6% do total do orçamento. Apresentam um incremento nominal de 22,9% e real de 17,0%. Aumentaram sua participação na estrutura das despesas correntes de 37,5% em 2004 para 42,3% em 2005.

As Despesas de Capital atingem R$ 1.053,1 bilhões, 54,6% do PIB, representando 77,6% do total do orçamento, tiveram um incremento nominal de 8,8% e real de 2,9%.

Investimentos, com R$ 18,2 bilhões, 0,9% do PIB, representando 1,7% das despesas de capital e 1,3% do total do orçamento, tiveram um incremento nominal de 94,0% e real de 88,1%.

Inversões Financeiras, com R$ 33,8 bilhões, representando 3,2% das despesas de capital e 2,5% do total do orçamento, tiveram uma redução real de 4,0% em relação a 2004.

Amortização da Dívida, com R$ 1.001,2 bilhões, 51,9% do PIB, representa 95,1% das despesas de capital e 73,8% do total do orçamento. Apresenta um aumento nominal de 8,2% e real de 2,3%.

Transferência para o Orçamento da Seguridade Social atinge R$ 13,0 bilhões, representando 1,0% do total do orçamento. Teve uma redução real de 42,5%.

As Reservas contam com R$ 13,3 bilhões e tiveram redução real de 7,1%.

 

III – ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL (tabelas 5 e 6)

 

O Orçamento Total ascende a R$ 262,5 bilhões, 13,6% do PIB. Teve um incremento nominal de 12,7% e real de 6,8% em relação a 2004.

 

A RECEITA

 

As Receitas Correntes atingem R$ 249,0 bilhões, 12,9% do PIB, representando 94,8% da receita total, teve um incremento nominal de 17,5% e real de 11,6%. Estão constituídas basicamente pela Receita de Contribuições, que alcança R$ 236,6 bilhões, 95,0% das receitas correntes e 90,1% da receita total. Apresenta um incremento de 19,9% nominal e 14% real, bem superior ao incremento do PIB.

Todas as demais receitas apresentam redução substancial, salvo a Tributária, de pouco significado.

As Receitas de Capital atingem R$ 483 milhões e apresentam aumento nominal de 20,7% e real de 14,8%. Estão constituídas de 97,9% por Operações de Crédito que somam R$ 472,8 milhões.

As Transferências do Orçamento Fiscal ascendem a R$ 13,0 bilhões, representando 5% do orçamento total. Tiveram uma redução de 36,6% em termos nominais e 42,5% em termos reais.

 

A DESPESA

 

A Despesa Total ascende a R$ 262,5 bilhões, 13,6% do PIB, sendo 12,7% superior à de 2004, em termos nominais e 6,8% em termos reais.

As Despesas Correntes atingem R$ 250,7 bilhões, 13,0% do PIB, representando 95,5% do orçamento total. Tiveram um incremento de 13,5% em termos nominais e 7,6% reais.

Pessoal e Encargos Sociais atingem R$ 48,6 bilhões, representando 19,4% das despesas correntes e 18,5% do orçamento total. Aumentaram 14,5% em termos nominais e 8,6% em termos reais.

Outras Despesas Correntes, com R$ 201,9 bilhões, representando 80,5% das despesas correntes e 76,9% do total do orçamento, tiveram um aumento nominal de 13,3% e 7,4% real.

As Despesas de Capital, com R$ 3,6 bilhões, representam 1,4% do total do orçamento. Tiveram uma redução de 0,5% em termos nominais e 6,4% em termos reais.

Os Investimentos, com R$ 3,2 bilhões, representam 88,9% das despesas de capital e tiveram aumento de 0,2% em termos reais.

As Reservas, num montante de R$ 8,3 bilhões, representam 3,2% do total do orçamento e tiveram uma redução de 2,2% nominais e 8,1% reais.

 

IV - DESPESA DOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL POR PODER E ÓRGÃO (tabela 7)

 

O PODER LEGISLATIVO conta com R$ 5,7 bilhões, o que representa 1,49% da despesa dos Poderes do Estado e 0,35% do total do orçamento. Teve um aumento nominal de 22,9% e real de 17,0%.

A Câmara dos Deputados, com R$ 2,5 bilhões, representa 43,5% do Legislativo e teve um aumento nominal de 13,4% e real de 7,5%.

O Senado Federal, com R$ 2,4 bilhões, representando 42,8% do Legislativo, teve um aumento real 28,1%.

O Tribunal de Contas da União, com R$ 0,783 bilhões, representa 13,7% do Legislativo. Teve um incremento nominal de 23,7% e real de 17,8%.

Deduz-se que o Poder Legislativo teve prioridade no orçamento de 2005, pois todos os órgãos tiveram um incremento real superior ao do PIB, variando de 7,5% a 28,1%.

O PODER JUDICIÁRIO conta com R$ 16,7 bilhões, representando 4,38% dos Poderes do Estado e 1,04% do total do orçamento. Teve um incremento nominal de 16,6% e real de 10,7%.

Todos os órgãos tiveram aumento real, variando de 29,3%, o Superior Tribunal Federal, até 1,4% a Justiça Eleitoral, à exceção da Justiça Militar da União que apresenta uma redução real de 8,1%. O incremento real verificado é superior ao do PIB, em 5 órgãos, e inferior em 1.

Verifica-se que o orçamento de 2005 atribui prioridade ao Poder, pois cinco dos sete órgãos tiveram incremento real superior ao do PIB.

O PODER EXECUTIVO, com R$ 359,4 bilhões, 18,62% do PIB, representa 94,13% dos Poderes do Estado e 22,37% do total do orçamento. Teve um incremento nominal de 15,0% e real de 9,1%.

Os órgãos que tiveram redução real acentuada foram: Presidência da República, 61,7%; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 34,9%; e Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, 22,8%.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior teve um crescimento real de 1,5%.

Todos os demais órgãos tiveram crescimento real das dotações superior ao do PIB.

Chama a atenção que alguns órgãos com maior incremento do orçamento em 2005, tenham tido um desempenho altamente deficiente em 2004.

Outros Encargos contam com R$ 1.219,2 bilhões, representando 75,9% do total do orçamento e 63,17% do PIB, aumentaram 7,6% em termos nominais e 1,7% em termos reais.

Os Encargos Financeiros da União, com R$ 179,4 bilhões, 11,17% do total do orçamento e 9,29% do PIB, tiveram uma redução nominal de 2,4% e real de 8,30%.

As Transferências aos Estados, DF e Municípios, com R$ 89,2 bilhões, representando 4,62% do PIB, aumentaram 21,3% em termos nominais e 15,4% em termos reais, bem superior ao aumento do PIB.

Operações Oficiais de Crédito, com R$ 23,6 bilhões, representando 1,22% do PIB, tiveram uma redução de 7,3% em termos reais.

Refinanciamento da Dívida Mobiliária Federal, com R$ 926,9 bilhões, representando 57,% do total do orçamento e 48,02% do PIB, apresenta um incremento real de 2,9%.

 

V - DESPESA DOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL POR CAMPO FUNCIONAL E FUNÇÕES (tabela 8)

 

As FUNÇÕES TÍPICAS DO ESTADO contam com R$ 38 bilhões, 1,97% do PIB, o que representa 10,68% do total das funções e 2,37% do total do orçamento. Apresenta um incremento nominal de 23,0% e real de 17,1%, bem superior ao incremento do PIB.

Todas as funções integrantes deste campo apresentam incremento real bem superior ao do PIB, variando de 13,3% a 39,7%. Fica patente a prioridade atribuída às mesmas pelo orçamento de 2005.

A ADMINISTRAÇÃO GERAL, com R$ 12 bilhões, 0,62% do PIB, teve uma redução real de 4,2% em relação a 2004.

As FUNÇÕES SOCIAIS contam com R$ 264,7 bilhões, representa 13,71% do PIB, 74,41% do total das funções e 16,48% do total do orçamento. Tiveram um aumento nominal de 13,8% e 7,9% reais.

Todas as funções tiveram incrementos reais superiores ao PIB. Duas, Direitos da Cidadania e Desporto e Lazer, tiveram aumento real superior a 70%, ainda que em 2004 tenham apresentando um desempenho da execução financeira altamente deficiente, o mesmo acontecendo com a função Cultura, com incremento real de 34,3% no orçamento de 2005.

A função Previdência Social, a mais representativa do campo, 68,12% e 50,69% do total das funções, teve um aumento real de 6,3%.

RECURSOS NATURAIS E MEIO AMBIENTE, com R$ 2,5 bilhões, 0,13% do PIB e 0,71% do total das funções, teve  um incremento nominal  de 93,6% e 87,7% real.

INFRA-ESTRUTURA, com R$ 13,5 bilhões, representando 3,8% do total das funções e 0,84% do total do orçamento e 0,70% do PIB, teve um aumento real de 79,7%.

Os maiores aumentos verificam-se na função Urbanismo, com 108,8% real e Transportes, com 100,3%. Em seguida vem Comunicações, com 48,2% e Habitação com 30,9%. Saneamento e Energia situam-se abaixo do crescimento real do PIB. A primeira com 0,4% de aumento real e a segunda com uma redução real de 0,3%.

FUNÇÕES DE PRODUÇÃO, com R$ 25,0 bilhões, representando 1,29% do PIB, 7,02% de todas as funções e 1,56% do total do orçamento, tiveram um incremento real de 4,2%. Ciência e Tecnologia teve um incremento real de 43%; Organização Agrária, 105% e Comércio e Serviços, 27,2%; Indústria apresenta uma redução real de 61,3%; e Agricultura, 7,7%.

As funções, em conjunto, com R$ 355,7 bilhões, representando 22,14% do total do orçamento e 18,43% do PIB. Tiveram um incremento real de 10,1%.

 

VI – ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO (tabela 9)

 

O financiamento do Orçamento de Investimento, no montante de R$ 36 bilhões, apresenta um  aumento nominal de 8,8% e 2,9% reais.

Os RECURSOS PRÓPRIOS, R$ 27,3 bilhões, representam 75,79% do total do orçamento e 1,41% do PIB. Teve um aumento de 39%, em temos reais.

RECURSOS PARA AUMENTO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO, no montante de R$ 0,53 bilhões, tiveram uma redução real de 45,5%.

OPERAÇÕES DE CRÉDITO DE LONGO PRAZO, no montante de R$ 5,8 bilhões, representando 16,22% do total, tiveram redução real de 42,6%, sendo Operações Internas, com R$ 1,1 bilhões, com uma redução real de 33,0%, e Operações Externas, com R$ 4,7 bilhões, representando 13,2% do total, apresentando uma redução de 44,4% em termos reais.

OUTROS RECURSOS DE LONGO PRAZO, no montante de R$ 2,3 bilhões, representando 6,51% do total, sofreram uma redução de 49,3% em termos reais, em relação a 2004.

 

VII – DESPESAS DO ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO (tabela 10)

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento conta com R$ 13 milhões e teve uma redução real de 54,3%, em relação a 2004.

O Ministério da Ciência e Tecnologia, com R$ 3,1 milhões, apresenta uma redução real de 3%.

O Ministério da Fazenda, com R$ 3,4 bilhões, teve um incremento real de 0,1%.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com R$ 108 milhões, teve um incremento real de 33,4%.

O Ministério de Minas e Energia, com R$ 31,2 bilhões, representando 87,04% do total, apresenta um incremento real de 3,3%.

O Ministério da Previdência Social, com R$ 35 milhões, teve uma redução real de 5,9%.

O Ministério dos Transportes, com R$ 347,0 milhões, teve um aumento real de 111,4%, mas representa somente 0,97% do total.

O Ministério das Comunicações, com R$ 663,0 milhões, representando 1,84% do total, teve uma redução de 16,1% em  termos reais.

O Ministério da Defesa, com R$ 54,2 milhões, teve uma redução real de 47,0%.

Verifica-se que a ênfase do orçamento de investimento é dada à área de Minas e Energia, com 87,04% dos recursos previsto a ela destinados.

 

 



[1] Com estes dados se deduz o PIB previsto para 2005 de R$ 1.930 bilhões = (60.8/3,15)100.